Como nutrir uma planta que está quase morrendo. Veja o que fazer quando sua variedade de planta favorita começar a parecer um pouco sem brilho.
Quando uma planta – que estava prosperando há alguns dias atrás – piora, até mesmo o pai da planta mais experiente começa a se preocupar. Se isso aconteceu recentemente com você, não se preocupe; a maioria das variedades pode ser revivida após uma rápida sessão de solução de problemas.
Como recuperar plantas que estão sem vida. Foto: Huy Phan/ Pexels
A seguir, uma especialista compartilha suas melhores dicas para diagnosticar o problema, que o ajudarão a cuidar da saúde de sua planta em um piscar de olhos.
Diagnosticando o Problema
O primeiro passo para trazer sua planta de volta da borda é determinar o problema, diz Jenna Fowler, a proprietária e diretora de criação da Vagabond Botanical, nos Estados Unidos. “Luz, água e pragas, nessa ordem, são normalmente os principais motivos pelos quais sua planta de casa não está prosperando“, explica ela. “Todas as plantas precisam de luz e água para sobreviver, e cada uma requer quantidades diferentes para ser feliz.” Se você sabe com que tipo de planta está lidando, Fowler sugere fazer uma pesquisa rápida na internet para ter certeza de que está atendendo às necessidades básicas de luz e hidratação.
Iluminação
Se você não tiver certeza de qual tipo de luz solar precisa, Fowler diz para começar com alguns princípios básicos de iluminação. “As janelas viradas a sul e oeste fornecem a melhor luz para a maioria das plantas de dentro de casa”, explica ela. “As janelas do leste são boas para samambaias, monsteras e plantas ZZ, pois podem tolerar menos luz do sol.”
As janelas norte, por outro lado, não deixam entrar muita luz e são adequadas para plantas-cobras ou pothos. Fowler desaconselha colocar a planta de sua casa no sol direto – ela pode se queimar, resultando em folhas marrons. Você também pode querer verificar novamente seu termostato. “A maioria das plantas domésticas é tropical e prefere a temperatura em torno de 21 a 26 graus”, diz ela.
Muita (ou Pouca) Água
Na natureza, a maioria das plantas retira a umidade do solo, razão pela qual Fowler diz que prefere regar suas variedades pelo fundo. Para fazer isso, encha uma tigela rasa ou pires com água e, em seguida, coloque a panela no prato; observe o quanto ele absorve. “Este é o mais próximo de como eles beberiam em seu habitat natural e fornece uma boa visão de quanto a planta realmente precisa durante cada rega”, diz ela, acrescentando que se você quiser medir o nível exato, pode sempre pegar um medidor de água. “Eles são úteis quando você está tentando descobrir as necessidades de sua planta.”
Vaso
As plantas são normalmente vendidas em um vaso de plástico, colocado dentro de um recipiente de cerâmica. “Esta é a melhor maneira de abrigar sua planta de casa. Todos os vasos precisam de orifícios de drenagem – não deixe ninguém dizer o contrário”, diz ela. “Manter as plantas em seus vasos garante que a água possa ser drenada e o ar possa atingir a parte inferior do solo. Também é uma prevenção contra falhas quando você precisa cuidar da saúde de sua planta, tornando-a mais fácil de movê-la.”
Insetos
As plantas pegam pragas – é o equivalente humano de pegar um resfriado. “É natural, mas é importante inspecionar sua planta em busca de insetos toda vez que você regar”, diz Fowler. “Limpar as folhas também é um bom hábito de se adquirir. Certifique-se de verificar a parte de trás das folhas e onde os galhos encontram o tronco, pois esses são lugares que as pragas gostam de se esconder.”
As pragas mais comuns são insetos, que se parecem com minúsculos pontos úmidos; eles causam folhas caídas, muito pouco crescimento novo ou um resíduo branco empoeirado nas folhas. “Se você detectar essa praga, pode usar um tufo de algodão com álcool para limpá-la”, observa Fowler. Você também pode aplicar um spray de óleo de neem uma vez por mês como medida preventiva.
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Assim como qualquer área e hobbie, a jardinagem também tem as suas “modas”. Os apreciadores e cultivadores de plantas também estão sempre de olho nas novidades que o mundo da jardinagem tem para oferecer. E esse interesse vai desde saber os tipos de produtos e manejos específicos para cuidar de cada plantas, até quais são as novas espécies que vão surgindo e caindo nas graças do público em geral.
Acompanhando as tendências atuais do mercado da jardinagem, o engenheiro agrônomo da Forth Jardim, Marcos Estevão Feliciano, separou algumas espécies que prometem fazer sucesso em 2023.
1. Orquídea com Babador – para os apaixonados por orquídeas
Orquídea com BabadorForth Jardim/Casa.com.br
Nome Científico:Zygopetalum sp
Cuidados básicos: “Assim como toda orquídea ela precisa de bastante claridade, mas não luz solar direta, são epífitas ou rupícolas, então o substrato precisa ser a base de casca de pinus, chips de coco e carvão vegetal para ter uma boa aeração. A adubação deve ser feita a cada 15 dias com fertilizantes para orquídeas.”
Curiosidades: É uma espécie de orquídea brasileira e recebe esse nome pelo fato da união de suas pétalas com a coluna e o labelo (pétala modificada) criarem uma “saliência” que faz com que ela pareça estar com um babador pendurado.
2. Borboleteira – para os apaixonados por flores exóticas
BorboleteiraForth Jardim/Casa.com.br
Nome Científico:Rotheca myricoides
Cuidados básicos: “É uma planta rústica, basta acrescentar os cuidados básico de rega, sol/luz se tem necessidades especificas de poda periódicas ou algo do gênero”
Curiosidades: Ela é um arbusto, perene, originário da África tropical. Passa quase o ano inteiro carregada de flores, que são azuis pequenas e de pétalas arredondadas, com cabinhos que lembram antenas de borboletas, é como se tivessem várias borboletas azuis estivessem pousadas em seus ramos.
3. Flor Paraquedas – para os apaixonados por suculentas
Flor ParaquedasForth Jardim/Casa.com.br
Nome Científico:Ceropegia sandersonii
Cuidados básicos: “acrescentar os cuidados básico de rega, sol/luz se tem necessidades especificas de poda periódicas ou algo do gênero”
Curiosidades: pertence à família das suculentas e é uma trepadeira, incomum nesse grupo de plantas. É muitas vezes confundida com planta carnívora, pelo fato de suas flores agirem como armadilhas para atrair insetos polinizadores. E recebe esse nome pelo formato que tem suas flores, que são similares a de um paraquedas.
4. Mini Girassol – para os apaixonados por mini plantas
Mini GirassolForth Jardim/Casa.com.br
Nome Científico:Helianthus annuus ‘sunny smile’
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Cuidados básicos: “Como os demais girassóisé uma planta anual, que após o florescimento seca e temos que replantar suas sementes, porém sua floração tem uma excelente durabilidade. Se você comprou uma mantenha ela em local com boa claridade, se possível com luz solar direta, regue quando a terra começar a secar e adube com fertilizante para flores a cada 15 dias.”
Curiosidade: O “Sunny Smile” (sorriso ensolarado) pode variar de 15 a 45 centímetros de altura e floresce melhor no verão. Apesar de pequeno, seus talos são resistentes, por isso é perfeito, por exemplo, para quem tem criança e animais de estimação em casa.
5. Casco-de-Tartaruga – para os apaixonados por urban jungle
Casco-de-TartarugaForth Jardim/Casa.com.br
Nome Científico:Alocasia nebula ‘imperialis’
Cuidados básicos: “Os cuidados são similares as demais plantas de Urban Jungle, mantenha em meia sombra, regar apenas quando o substrato começar a secar e adubar com um fertilizante equilibrado como por exemplo o 13 05 13 completo com macro e micronutrientes a cada 15 dias.”
Curiosidade: A sua característica marcante é o fato de ter as folhas “coriáceas” (duras como couro), podendo ter variações de cores em tons de cinza e verde. Além de ondulações perfeitas, tem nervuras muito marcadas e trata-se de uma planta exótica, com uma produção aqui no Brasil ainda embrionária.
Outras espécies que vieram para ficar
Begônia
Begônia VikingForth Jardim/Casa.com.br
A Begônia é outra espécie que também já conquistou espaço entre os amantes da jardinagem, sendo uma das suas variações mais recentes a “Begônia Viking”, que leva este nome justamente por sua característica rústica e altamente resistente ao calor extremo.
Uma curiosidade é o fato de suas folhas possuem uma camada de cera/gordura natural protetora, que reflete a luz do sol e a torna resistente à desidratação, impedindo que perca muita água. Além disso, trata-se de uma PANC, suas flores são comestíveis por isso leva sabor e beleza aos pratos.
Pata-de-canguru
Pata de canguruForth Jardim/Casa.com.br
Já a Anigozanthos é uma espécie de herbácea que também faz parte do time das plantas exóticas. Conhecida como “Pata-de-canguru”, ela tem duas características principais que lhe rendem a associação com o animal: primeiro o fato de ser nativa do sudoeste da Austrália (mesmo local de origem dos cangurus) e segundo por ser rústica com flores atraentes, tubulares e cobertas por pelos aveludados, lembrado as patas de um canguru.
As flores apresentam tons vibrantes ou pastéis de amarelo, laranja, vermelho, verde, marrom, rosa e roxo e há muitas cultivares diferentes de acordo com o objetivo, podendo ser: flor-de-corte, planta envasada ou paisagismo, cada uma com porte e em cores diferenciadas.
Produtos para começar seu jardim!
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* Os links gerados podem render algum tipo de remuneração para a Editora Abril. Os preços e produtos foram consultados em março de 2023, e podem estar sujeitos a alterações e disponibilidade.
Varanda clean, repleta de plantas e do aconchego da madeira, em projeto de André VianaEmerson Rodrigues/Casa.com.br
Uma das melhores coisas em decorar um imóvel é imprimir nele a personalidade do morador – personalidade esta que não se limita a apenas um estilo decorativo. Mesmo que apenas um seja predominante, é comum incorporar outros para definir a atmosfera de cada cômodo.
Contemporâneo, industrial, rústico, praiano, neutro, minimalista, clássico… não importa a escolha, o que vale mesmo é que os moradores se sintam representados. Para te ajudar a mesclar estilos de forma criativa, a Yamamura separou algumas ideias de iluminação e décor para colocar em prática.
Raio X dos estilos
Estilos moderno e contemporâneo
Projeto de Ricardo Melo e Rodrigo Passos.Produção visual: Andrea Falchi/ Fotos: MCA Estúdio/Casa.com.br
É para quem gosta de estar por dentro das últimas tendências. No moderno existe uma preferência por linhas mais retilíneas e simples. Já no contemporâneo, as curvas e formas orgânicas são valorizadas. Em ambas as estéticas há uma forte ligação com a tecnologia e inovação.
Estilo minimalista
Projeto de Diego Raposo Arquitetos.MCA Estúdio/Casa.com.br
Trata-se de uma versão mais simplista do estilo moderno, em que “menos é mais”. Em busca de visual clean, com poucos detalhes, a iluminação aposta no uso racional dos pontos de luz de forma eficiente.
Estilo industrial
Projeto de Memoá Arquitetos e Vitor Penha.Isabela Mayer/Casa.com.br
Grande aposta para quem privilegia um visual mais despojado, que não se preocupa com os acabamentos perfeitos. Cabem nessa estética, as luminárias com fios e lâmpadas aparentes, o uso do preto e do cobre, além de trilhos com spots, arandelas articuláveis ou peças em concreto.
Estilo rústico
Projeto de Bia Hajnal.Kadu Lopes/Casa.com.br
Ideal para quem deseja trazer a atmosfera de natureza para dentro de casa. Para a iluminação, convém eleger luminárias com acabamentos de madeira ou fibras naturais, pois além de charmosas, levam aconchego.
Estilo praiano
Projeto de Ana Lucia Jucá.Juliano Colodeti, do MCA Estúdio/Casa.com.br
Assim como o estilo rústico, no praiano às referências à natureza também são bem-vindas, principalmente com elementos que lembrem o mar. Uma paleta de cores clara, com tons de azul e verde também se encaixa.
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Estilo clássico
Projeto de Barbara Kahhale.Raul Fonseca/Casa.com.br
Para quem adora formas mais rebuscadas, o estilo clássico é perfeito! Na iluminação, os grandeslustres de cristal, repletos de sofisticação com o brilho das pedras, costumam ser o centro das atenções.
Identidade e personalidade únicas
Sobre a mesa de jantar, que foi parar na varanda para aproveitar o skyline, um pendente moderno faz um contraponto ao mobiliário clássico. Na outra imagem, o estilo industrial está representado pelas prateleiras e a arandela metálica preta, na varanda gourmet. Projeto de André VianaEmerson Rodrigues/Casa.com.br
Para o projeto de um apartamento, o arquitetoAndré Viana buscou inspiração nos estilos despretensiosos das casas de praia. Com o intuito de contrastar o rústico e o moderno, a iluminação tinha que considerar a ausência de forros nos ambientes, por isso optou por luminárias versáteis, com acendimentos variados.
Projeto de André VianaEmerson Rodrigues/Casa.com.br
Em cada espaço, há peças decorativas que valorizam os acabamentos, a marcenaria, o paisagismo e todo o mobiliário. Embora o projeto seja predominantemente contemporâneo, ao mesmo tempo, ele acolhe outros tipos de propostas, como as inserções pontuais do estilo industrial, que está em alta.
Áreas integradas e setorizadas na medida
Visão geral do living, que abriga elementos de vários estilos em total harmonia, em projeto de Emerson BassoEmerson Rodrigues/Casa.com.br
Sala de estar, jantar, cozinha, hall de entrada. Tudo fica junto no apartamento, projetado pelo arquiteto Emerson Basso, embora não tenha recorrido às paredes, conseguiu usar os móveis e até mesmo a iluminação para demarcar as áreas.
Nessas situações, as luminárias de piso, com forma e desenho escultural, valem muito a pena e acabam se destacando na composição do layout. Além disso, ajudam a trazer o desejado estilo plural.
Dica para iluminação
Pendente de um lado da cama, arandela do outro, acabamento cromado em contraste com preto. Descombinar – ou melhor, ousar – virou uma aposta frequente nos quartos atuais.
Luminárias de piso em madeira, da Yamamura, em diferentes pontos deste amplo living. Projeto de Emerson BassoEmerson Rodrigues/Casa.com.br
Para a iluminação geral, a dica da Yamamura é pela luz indireta, obtida com plafons ou fitas de LED em sancas de gesso. Entre as sugestões de peças de apoio, independentemente do estilo, há abajures, arandelas, luminárias de piso, pendentes, além de fitas de LED.
Passeio de trenzinho é um dos principais atrativos para as crianças. Família no Parque tem a proposta de inserir o local no roteiro paulistano de entretenimento O Jockey Club de São Paulo terá uma programação especial de lazer para as famílias nos sábados do mês de abril. O Jockey Experience acontece nos dias 1, 8, 15, 22 e 29, das 10h às 17h. A atração tem entrada gratuita e é realizada em parceria com o Família no Parque, com a proposta de inserir o local no roteiro paulistano de entretenimento das famílias. Lazer em SP Entre 13h e 17h, os visitantes podem assistir às corridas gratuitamente. Durante o passeio pelo Jockey Experience, as famílias têm acesso a uma exposição de troféus, uniformes utilizados por competidores, fotos relacionadas à história do Jockey Club de São Paulo e informações relacionadas à anatomia dos animais, com esqueleto e descritivos de curiosidades. Passeio de trenzinho é um dos atrativos para crianças no Jockey Experience Divulgação/@jockeyexperiencebr Um dos principais atrativos entre as crianças é o passeio de trenzinho — que faz um trajeto até as cocheiras dos cavalos, onde podem interagir, fotografar e alimentar os animais s sob a coordenação dos profissionais do espaço. O trenzinho circula entre 10h e 16h. O custo para usá-lo é de R$ 35, por pessoa, por 15 minutos. Os visitantes contam ainda com opções gastronômicas para comprar na lanchonete. PATRIMÔNIO PAULISTANO O complexo do Jockey Club ocupa uma área de mais de 600 mil m²e domina apaisagem à margem oeste do Rio Pinheiros. Por conta das características ambientais e arquitetônicas, o conjunto do Jockey Clube foi tombado em 2010 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico Estadual (Condephaaat) e, em 2013, pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da cidade de São Paulo (Conpresp). Jockey Experience é opção de lazer gratuito no mês de abril em SP Divulgação/@jockeyexperiencebr